Aps a inspeo que ocorreu no Hospital Municipal de Cuiab (HMC) nesta quinta-feira (12), o representante do Ministrio Pblico, o promotor de Justia Milton Mattos da Silveira Neto, titular da 7 Promotoria de Justia Cvel da Capital - Defesa da Cidadania (Sade), afirmou que o local opera acima da sua capacidade e apresenta um dficit financeiro.
O objetivo da vistoria foi verificar o funcionamento da unidade e o cumprimento das clusulas estabelecidas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Municpio, que colocou fim interveno na rea da Sade da Capital.
Alm dele, tambm participaram da visita na unidade de sade o desembargador do Tribunal de Justia de Mato Grosso (TJMT) Orlando de Almeida Perri, o juiz da Vara da Sade, Agamenon Alcntara Moreno Jnior, e representantes do Conselho Regional de Medicina (CRM), da diretoria do HMC e da Empresa Cuiabana de Sade Pblica.
“O hospital aqui est operando acima da sua capacidade. Mas ns no encontramos pessoas no corredor, ns no encontramos pessoas no cho. Um leito de enfermaria que seria para 10 pessoas tem um pouco mais, mas todos na cama”, disse Milton Mattos.
O promotor ainda apontou que o HMC apresenta um dficit financeiro. “Esse Hospital, junto com o So Benedito custam R$30 milhes por ms para manter. S que no chega R$30 milhes por ms para a Empresa Cuiabana custear. Como no chega o recurso suficiente para bancar os dois hospitais, a diretoria acaba pagando um pouquinho um e outro. E essas dvidas vm se acumulando.[...] Esse custo foi apurado pelo TCE na mesa tcnica da empresa Cuiabana”.
Conforme o magistrado, h problemas que o municpio no vai conseguir resolver sozinho, por isso, o Governo do Estado tambm dever participar das discusses sobre o problema. No entanto, ele acredita que uma nova interveno na pasta no ser necessria.
“A minha opinio como representante do Ministrio Pblico, no sou favorvel neste momento a nenhum tipo de interveno nos moldes que foi feito, de afastamento da gesto. Ns temos que ter uma gesto nova que foi eleita pelo povo e que vai assumir. Ns temos que dar um voto de confiana para essa gesto que est entrando. [...] H problemas que o municpio no vai conseguir resolver sozinho, ns vamos ter que chamar o Estado para essa conversa”, concluiu.
Perri acatou o requerimento do procurador-geral de Justia, Deosdete Cruz Junior, que requereu ao Tribunal de Justia que solicite ao Tribunal de Contas do Estado, em carter de urgncia, a anlise de vrias inconsistncias apontadas.
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